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Revistas de renome como a Vogue,
parecem deixar de ser imprescindíveis para estarmos actualizados com
as ultimas noticias da moda, celebridades, etc. A moda atingiu outro
patamar, o da Internet, e está agora ao alcance de qualquer um em
tempo real, simplesmente com um “clique”, e em milésimas de
segundos. E o melhor, de forma quase sempre gratuita.
A moda deixou assim de ser tema
exclusivo de revistas e jornais, temas por vezes inacessíveis e
exclusivos. Para passar a estar distribuída de forma democrática por
milhões de blogues e websites em todo o mundo. Informação que para
além de ser lida pode também ser comentada, opinada, e compartilhada
por milhões de seguidores atentos e ansiosos para que saia o próximo
“post”.
Se bem que os meios de informação em
papel continuam a estar em moda (o que acredito não ser por muito
tempo), o mundo digital já está a dividir o meio o que significa que
já não são só grandes nomes do panorama internacional que têm o
poder da palavra, mas sim que este sector tão “elitista” e
idealizado se democratizou de tal forma que está na “boca” de cada
um. Basta estar on-line e ter algo para contar.
Mudar ou morrer, meus amigos. A verdade
é que os meios em papel vão cada vez mais ter que incorporar um
valor adicional (recordo que a grande maioria das revistas
actualmente oferecem um brinde por mais insignificante que seja),
vencer um público cada vez mais adepto da incalculável e ilimitada
oferta com que os presenteia o mundo virtual.
Paulo Costa
paulo.costa@tendenciasonline.com
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